Você consegue criar site de venda de ingressos com IA usando a Runable: um prompt detalhado gera marketplace, checkout, fila de reserva e Pix simulado em minutos. O vídeo do canal O Rei dos Sites, publicado em 21 de setembro de 2026, mostra o processo completo e a matemática do negócio: você ganha uma taxa sobre cada ingresso vendido ou vende a plataforma pronta para produtores de eventos.
Como funciona o modelo de negócio de site de ingressos
O modelo é simples: todo site de venda de ingressos cobra uma taxa sobre cada venda, e essa taxa é a sua receita. Você pode operar a plataforma como dono, ficando com o percentual de cada ingresso, ou vender o sistema pronto para produtoras de eventos. O vídeo do canal O Rei dos Sites, publicado em 21 de setembro de 2026, mostra as duas frentes.
O apresentador conta que já atuou nesse mercado antes da IA: ele criou a Ticket King e depois a Voi Ingressos, voltadas a festas universitárias. Segundo ele, o público desses eventos varia de 1.000 a 2.000 pessoas, chegando a 10.000 em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, e o ingresso open bar costuma sair por valores na casa dos R$ 70. São números relatados por experiência própria do autor do vídeo, não uma medição independente.
Quanto dá para faturar: a matemática das taxas
A conta do vídeo ilustra o potencial, mas vale tratá-la como cenário, não como promessa. Uma festa universitária com 1.500 pagantes e ingresso de R$ 70 fatura R$ 105.000 só na venda de ingressos. Se o seu site de venda de ingressos retém 10% dessa movimentação, a receita bruta do evento para você é de R$ 10.500. A margem real depende de taxas de pagamento, repasse ao produtor e custos da plataforma.
O apresentador afirma ter visto eventos que movimentaram entre R$ 300.000 e R$ 500.000 em que ele atuava como fornecedor do sistema. São relatos de experiência pessoal (evidência do próprio autor), então use-os como referência de teto, e não como média. Ele também cita uma projeção de mercado de SaaS na América Latina de 46 bilhões de dólares até 2027, com o Brasil liderando o crescimento; a cifra foi mencionada sem fonte primária no vídeo, por isso Convex tratá-la com cautela.
Passo a passo para criar site de venda de ingressos com IA
A ferramenta usada no vídeo é a Runable, plataforma de criação de aplicativos por prompt que escolhe automaticamente o modelo de linguagem mais adequado para cada tarefa. O processo inteiro, do prompt ao site publicado com URL própria, acontece dentro dela.
- Abra a Runable no navegador ou no aplicativo de desktop e confira seus créditos na plataforma.
- Cole o prompt pronto que descreve o projeto. No vídeo, o prompt pede um marketplace de ingressos responsivo inspirado na Sympla, grande plataforma brasileira de venda de ingressos, incluindo escopos, regras e direção visual.
- Responda às perguntas de direção da Runable: ela pergunta se você quer um MVP sólido, qual o nome da marca e se os pagamentos serão reais ou em modo demonstração. No teste, o autor escolheu modo demo e integração de Pix simulada.
- Acompanhe o consumo de créditos enquanto a plataforma constrói as rotas de marketplace, checkout, painel do organizador e administração.
- Teste o resultado: catálogo de eventos, reserva com fila, checkout com CPF, geração de Pix e login com Google. O site gerado no vídeo veio responsivo e com URL publicada.
O que a Runable gerou no teste do vídeo
O resultado surpreendeu pela completude. Com um único prompt, a plataforma criou o evento fictício "Reveillon da Ilha 2026", com áreas VIP, open bar, categorias de ingresso e fila de reserva, uma lógica que o apresentador classifica como avançada para sites de ingressos. O fluxo de compra pediu CPF e telefone e terminou em um Pix gerado em modo demonstração.
A autenticação também veio pronta: o login redireciona para o ambiente real do Google, visível na URL accounts.google.com. O apresentador destaca que o visual se inspirou na Sympla sem ficar idêntico, o que evita problemas de cópia, e que a responsividade funcionou ao inspecionar o elemento no navegador. Vale lembrar que os pagamentos estavam em modo simulado; para operar de verdade, você precisa integrar um gateway de pagamento real depois.
Como a Runable escolhe modelos e consome créditos
A Runable funciona em modo recomendado por padrão: ela própria decide qual modelo usar em cada tarefa. Quem preferir escolher pode selecionar modelos avançados como o Claude, da Anthropic o ChatGPT, da OpenAI. A recomendação do vídeo é manter o modo automático, porque tarefas simples gastam menos créditos em modelos menores.
O apresentador diz ter 30.000 créditos na plataforma e acompanha o consumo em tempo real durante a geração. A Runable também oferece recursos além da criação de código: tarefas agendadas, plugins que conectam Gmail, Google Drive e Google Sheets, um anotador de reuniões que gera resumos e itens de ação, comandos por voz e chatbots para Slack, Telegram e Discord. Esses recursos são úteis na operação do negócio, mas o principal para este caso continua sendo a geração do software.
Como vender a plataforma para produtores de eventos
Chegar ao cliente só com um link não convence. A estratégia do vídeo é preparar uma proposta comercial em PDF, gerada na própria Runable. O prompt pede uma apresentação de cinco páginas (capa, apresentação, benefícios, destaque e convite com contatos) com a identidade visual da marca, textos curtos e foco em conquistar produtores.
O detalhe que chamou atenção no teste: sem receber a logotipo, a Runable buscou a logo da empresa de referência no site dela e aplicou no PDF, junto com imagens reais e informações como repasse financeiro em D1, ou seja, até um dia útil após o evento. O argumento é forte para o produtor, porque maquininhas comuns repassam em cerca de 30 dias, enquanto a sua plataforma pode oferecer liquidez imediata e ainda reter a taxa de serviço.
Limitações e cuidados antes de cobrar por ingressos de verdade
O site gerado no vídeo opera em modo demonstração, com Pix simulado. Para faturar de verdade, você precisa integrar um gateway de pagamento, definir regras de repasse, emitir comprovantes e cuidar de questões fiscais e de suporte ao comprador. Nenhuma dessas etapas aparece resolvida no teste.
Também é sensato registrar a marca e revisar o que a IA copiou da referência: o vídeo elogia o fato de o visual não ficar idêntico à Sympla, mas cabe a você conferir textos, imagens e nomes de eventos gerados. Por fim, os valores de faturamento citados vêm da experiência de uma pessoa; trate-os como cenário e valide a demanda na sua cidade antes de investir tempo em prospecção.
Perguntas frequentes
- Preciso saber programar para criar site de venda de ingressos com IA?
No teste mostrado no vídeo, não. O fluxo inteiro foi feito com um prompt na Runable, respondendo às perguntas de direção da plataforma. Para colocar o site no ar com pagamentos reais, você ainda precisa ajustar integrações e configurações de conta.
- Quanto custa usar a Runable?
A plataforma trabalha com sistema de créditos, consumidos conforme a geração e o uso. O apresentador menciona ter 30.000 créditos e um programa de afiliados, mas os planos e preços atuais devem ser conferidos diretamente no site oficial da Runable.
- Os pagamentos gerados no teste são reais?
Não. No vídeo, o Pix foi gerado em modo demonstração, opção escolhida durante as perguntas iniciais da Runable. Para vender ingressos de verdade, é necessário integrar um gateway de pagamento real e configurar o repasse ao produtor.
- De onde vêm os números de R$ 10.500 por evento?
São uma conta de cenário apresentada no vídeo: 1.500 pessoas × R$ 70 de ingresso = R$ 105.000, dos quais 10% ficariam com o site. São estimativas baseadas na experiência do autor, não uma medição independente do mercado.
- Dá para usar o modelo para outros tipos de evento?
Sim. O vídeo ressalta que o formato não se limita a festas universitárias; qualquer evento com venda de ingressos funciona, de shows a reveillons, como o exemplo "Reveillon da Ilha 2026" gerado no teste.
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