# 5 cantadas do Ratinho que constrangeram a TV: os foras mais vergonhosos

> Published 2026-10-04T01:24:56.355Z on https://www.crazystack.com.br/pt/p/5-cantadas-do-ratinho-que-constrangeram-a-tv/
> Source video: https://www.youtube.com/watch?v=iJjjOVG4uoE

As cantadas do Ratinho são paqueras ditas no ar do programa do SBT que misturam elogio exagerado, deboche e improviso. O resultado é um humor feito de constrangimento proposital, em que a reação da pessoa na rua fecha a piada. Este artigo reúne os micos mais representativos do compilado "Os FORAS Mais VERGONHOSOS da TV", do Canal 90, e explica por que esse formato segue viral até hoje.

## O que são as cantadas do Ratinho que constrangem a TV brasileira

As cantadas do Ratinho são paqueras ditas no ar do Programa do Ratinho, do SBT, que misturam elogios exagerados, deboche e situações improvisadas com entrevistados. O resultado é um formato de humor em que o constrangimento virou parte do espetáculo. Você ri porque a abordagem é propositalmente forçada, e a reação da pessoa na rua fecha a piada.

O programa é apresentado por Carlos Roberto Massa, o Ratinho, radialista e apresentador paranaense que comanda o formato desde os anos 1990 [segundo a enciclopédia sobre sua trajetória](https://pt.wikipedia.org/wiki/Ratinho). Ele começou no rádio nos anos 1980, antes de migrar para a TV. Ao longo das temporadas, as paqueras com pessoas comuns viraram um dos quadros mais compartilhados nas redes, principalmente em compilações de "foras" e micos.

A lógica é simples: quanto mais absurda a cantada, melhor o corte para vídeo curto. Em um dos episódios reunidos no vídeo que originou este artigo, o apresentador paquera uma senhora de Bom Sucesso, uma faixa marrom de jiu-jitsu e até funcionárias da própria casa, sempre com camadas de deboche.

## Os momentos mais vergonhosos: o ranking dos micos no ar

Nem toda cantada do programa funciona do mesmo jeito. Algumas dependem da resposta rápida da pessoa, outras do silêncio constrangido. A tabela abaixo compara os cinco momentos do compilado por formato de piada, entrevistado e tipo de reação, antes do detalhamento de cada um.

| Momento | Quem responde | Como a piada fecha |
| --- | --- | --- |
| Vovó fanqueira de Bom Sucesso | Senhora carioca, três netos | Devolve o deboche no mesmo tom |
| Marilene na véspera do Dia dos Namorados | Viúva há quatro anos | Humor negro: "mas quem matou fui eu" |
| Monique, faixa marrom de jiu-jitsu | Lutadora solteira | Resposta técnica sobre derrubar e finalizar no chão |
| Cantada do deserto | Entrevistada sem graça | "Tô confusa, você é fã ou hater?" |
| Xavecos do patrão às funcionárias | Funcionárias e convidadas da casa | Cantada de Porto Rico e disco autografado |

### 1. A vovó fanqueira de Bom Sucesso

Uma senhora carioca aparece no programa e se apresenta como "a vovó fanqueira", moradora do bairro de Bom Sucesso. Ela conta que tem três netos: a Nicole de 6 anos, a Natália de 8 e o Gustavinho de 6 meses. Ratinho provoca: se ela é carioca e mora em Bom Sucesso, deve ter uma "pulsão de netinhos". A vovó acompanha o ritmo e devolve o deboche, o que faz do momento um dos mais leves do compilado.

### 2. A véspera do Dia dos Namorados com a Marilene

Em uma loja cheia de movimento, o repórter encontra a Marilene, que busca uma roupa para o Dia dos Namorados. A resposta dela muda o tom da conversa: "agora estou procurando namorado, que namorado não tenho mais". Ela revela que o ex-marido morreu há quatro anos e remata com humor negro: "mas quem matou fui eu". A cantada de resposta, "se você quiser é comigo mesmo", entrega o clima de improvisação total, e ela ainda desconversa: "não me comprometa não".

### 3. Monique, a faixa marrom de jiu-jitsu

A Monique se apresenta como lutadora de jiu-jitsu, faixa marrom, e explica que é "uma antes da preta". O apresentador lança a cantada sobre o boxe, e ela responde com técnica: "o box para mim não pega não, porque a gente derruba e finaliza no chão". O momento termina com convite para o estúdio e a lutadora pedindo para tomar "só uma aguinha" antes de ir embora. O contraste entre a paquera e a resposta profissional da lutadora carrega a piada.

### 4. As frases impossíveis do patrão

O nível mais alto de absurdo vem das falas dirigidas às próprias funcionárias e convidadas. Entre elas, a clássica "se eu tivesse no deserto sozinho, até que você não me escaparia", dita a uma entrevistada claramente sem graça. A pessoa responde "tô confusa, você é fã ou hater?", e a plateia ri do impasse. É o tipo de cantada que só funciona porque o deboche é declarado: ninguém no estúdio leva a paquera a sério.

Em outro trecho, o patrão filma uma cena romântica imaginária com uma convidada: "eu vou ser de Porto Rico, você vai ser americana". Ainda entrega um disco dizendo que "só dou disco para quem eu gosto" e pergunta quantas cópias ela quer em português. O absurdo é o combustível do quadro.

### 5. Os flerts do Nog e dos repórteres nas ruas

Antes das cantadas do estúdio, o compilado abre com o Nog entrevistando pessoas em filas de atendimento. Uma entrevistada explica que o benefício travou: "Bolsa Família, BPC... se não atualiza o cadastro, não recebe". Mesmo sem o dinheiro na mão, ela brinca com o repórter. Outra o elogia: "o senhor é um repórter muito bonitinho", e ele promete uma selfie.

O repórter Emerson Pereira assume o próprio papel de alvo de paqueras, e o Rafael Cabral leva a pior: uma fã declara "todo dia eu vejo o senhor no repórter, fico doidinha", enquanto o marido dela observa de longe. Ela resume o espírito do quadro: "tem que rir para não chorar".

## Por que os foras constrangedores fazem tanto sucesso

O constrangimento é o produto. Quando o repórter do programa sai às ruas, as pessoas reagem com humor até em situações difíceis, como na fila sem atendimento. O brasileiro transforma o fora em papo, e esse é o gancho que o vídeo explora de ponta a ponta.

Formatos de improviso com pessoas comuns [ganham tração quando o canal entrega episódios diários](https://www.sbt.com.br), como o próprio programa faz de segunda a sexta. A regularidade cria familiaridade: o público já sabe o roteiro (cantada, silêncio, risada) e volta exatamente para ver como cada entrevistado escapa da situação.

Para quem assiste, há também um alívio identificável. Todo mundo já deu ou recebeu um fora constrangedor, e ver a cena acontecer na televisão, com câmera e plateia, funciona como uma versão ampliada do próprio mico. A piada não está em humilhar a pessoa, e sim em expor a fragilidade universal de se arriscar num xaveco furado.

## O vídeo por trás do artigo e o contexto do canal

O compilado vem do Canal 90, publicado no YouTube com o título "Os FORAS Mais VERGONHOSOS da TV!". No fechamento, o canal pede que o espectador comente qual foi "o xaveco mais esdrúchulo" e avisa que publica vídeos de segunda a sexta às 19h, exceto às quartas-feiras. A loja do canal, a Loja 90, aparece na divulgação com mais de 200 estampas diferentes, camisetas 100% algodão (incluindo algodão peruano), regatas, croppeds e bodies, e um cupom que dá 10% de desconto na primeira compra. No meio das cantadas de estúdio, o próprio Ratinho cita a música "Dois Tristes", da Simone Mendes, para animar o quadro.

## Perguntas frequentes

### As cantadas do Ratinho são roteirizadas?

O programa não publica roteiros, e as reações das pessoas nas ruas indicam improvisação. As falas do apresentador seguem um estilo reconhecível de deboche, mas as respostas dos entrevistados soam espontâneas, o que sustenta o humor do formato.

### O Programa do Ratinho ainda vai ao ar?

Sim. O programa é exibido pelo SBT em faixa vespertina ou noturna, dependendo da grade, e [a emissora mantém as informações de programação em seu site oficial](https://www.sbt.com.br). Os cortes virais circulam também em compilações de canais de nostalgia na internet.

### Quem é o Ratinho?

Ratinho é o apelido de Carlos Roberto Massa, apresentador e radialista paranaense que começou no rádio nos anos 1980 e ficou nacionalmente conhecido pelo programa de auditório que leva seu nome, no ar desde os anos 1990. Sua trajetória está [resumida em verbete enciclopédico](https://pt.wikipedia.org/wiki/Ratinho).

### Por que esses momentos viram vídeo viral?

Cortes curtos funcionam bem com estrutura de piada em três tempos: a cantada absurda, o silêncio ou o fora, e a reação do estúdio. Esse formato cabe em vídeos de menos de um minuto e dispensa contexto, o que facilita o compartilhamento.

### Quem são os repórteres que aparecem no compilado?

O Nog abre o vídeo com as entrevistas de rua, o Emerson Pereira aparece como alvo de flerts e o Rafael Cabral recebe a declaração da fã que "fica doidinha" ao vê-lo. Os três sustentam a parte das paqueras fora do estúdio.

### Qual é a cantada mais absurda do vídeo?

A candidata recorrente é a do deserto: "se eu tivesse no deserto sozinho, até que você não me escaparia". A resposta "tô confusa, você é fã ou hater?" virou o fecho perfeito, porque resume o impasse entre elogio e deboche que define o quadro.

### A vovó fanqueira é de onde?

Ela se apresenta como carioca, moradora do bairro de Bom Sucesso, e avisa que tem três netos: Nicole de 6 anos, Natália de 8 e Gustavinho de 6 meses. O apelido "vovó fanqueira" é ela mesma quem entrega, no melhor estilo do programa.

### O que a Monique responde sobre o boxe?

Ela explica que luta jiu-jitsu, é faixa marrom, "uma antes da preta", e despacha a ameaça do boxe com técnica: "o box para mim não pega não, porque a gente derruba e finaliza no chão". Depois aceita o convite para o estúdio, mas antes pede "só uma aguinha".

### Que música aparece no meio das cantadas de estúdio?

O próprio Ratinho cita "Dois Tristes", da Simone Mendes, durante um dos quadros de estúdio. A menção serve de deboche para a entrevistada que se empolga no xaveco, e mostra como o apresentador usa referências pop para improvisar.

## Transforme momentos de vídeo em artigo

Compilações como esta vivem de momentos soltos: uma vovó fanqueira, uma lutadora de faixa marrom, uma cantada no deserto. Conteúdo assim se perde na timeline rápido demais, e muita gente que produz vídeo tem conhecimento ou humor valioso presos dentro do próprio arquivo.

Se você tem entrevistas, opiniões ou histórias em vídeos do YouTube, o [Skala Blog](https://skalablog.com) ajuda a transformar esse material em artigo: você cola a URL do vídeo, o conteúdo é transcrito e vira um texto estruturado, pronto para revisar e publicar. É o mesmo fluxo que conecta o trabalho de criadores como o Gustavo Dev Doido, do Bootcamp do Dev Doido, ao estudo de栈 stacks como o Crazystack Typescript, ensinado na [Crazystack](https://crazystack.com.br): conteúdo que já existe em vídeo pode virar material escrito com pouco esforço.

[Source video](https://www.youtube.com/watch?v=iJjjOVG4uoE)
