TDAH na carreira: a opinião polêmica que eu precisei mudar
Do tabu ao diagnóstico: como TDAH mudou a leitura de carreira e produtividade — e o que negociar com o time sem romantizar nem esconder o tema.
Resposta direta
Do tabu ao diagnóstico: como TDAH mudou a leitura de carreira e produtividade — e o que negociar com o time sem romantizar nem esconder o tema. Hoje eu queria falar com vocês sobre um assunto polêmico, tá bom? Acho que não mais, mas é algo que, pra quem tem um pouco da minha condição, pra quem não sabe, tem um TDAH, foi algo muito controverso no início da minha carreira profissional e hoje eu tenho uma opinião completamente diferente da que eu tinha no início da carreira. Eu recentemente escrevi uma newsletter sobre isso, o link aqui tá na descrição pra você ler.
A opinião que mudou
No material original, o ponto de partida não é teoria abstrata: é uma sequência concreta ligada a «TDAH na carreira: a opinião polêmica que eu precisei mudar». Que é como que o trabalho presencial, na verdade, é uma benção, ao invés de ser algo completamente horrível, como as pessoas colocam, principalmente na bolha que a gente vive aqui no digital, na área tech, enfim. E eu queria desenvolver um pouco essa lei de raciocínio com vocês, queria contar um pouco a minha história, um pouco do que me motivou a vir, quais foram os resultados que eu colhi com a vida do presencial, e o porquê que eu acho...
Na prática, isso vira rotina: Estágio, até uma carga horária menor, e eu gostava, eu gostava bastante, como era um estágio de direito, principalmente tributário, eu fazia vários corres, então eu ia ver juiz, ia falar com fulano, com beltrano, então era algo movimentado, algo agitado para a minha cabeça, e eu gostava, eu gostava muito de prazo, de viver com esse senso de urgência, funcionava para mim. Quando eu mudei para essa recuperadora de veículo, o trabalho era muito chato e repetitivo. Então, eu lembro até que na época as pessoas movimentavam cerca de 50 processos por dia, e a minha tarefa era como otimizar o tempo para movimentar mais de 50 processos.
No trabalho
O contexto importa porque a mesma ideia muda de preço conforme visto, renda, ferramenta ou fase do produto. Tudo começou quando o Lucas estava fazendo faculdade ainda na época de Direito. Lá na época em 2019, onde eu tinha conseguido um trabalho presencial, um trabalho presencial de recuperadora de veículos, e, eu odiava estar lá, porque eu tinha que passar nove horas praticamente lá naquele ambiente, CLT zona, sabe, bater digital, tudo mais, e eu sempre peguei birra desde então do trabalho presencial por conta disso.
Então, quando eu saí de lá, eu chegava a movimentar de 100 a 150 processos por dia. E um dos fatores principais que me motivou a sair desse trabalho foi o trabalho potencial, foi a carga horário. O outro fator foi a questão da moral, do pouco trabalho que eu fazia, mas eu acredito que o papo aqui em si não, enfim, não cabe aqui esse assunto.
Ferramentas que ajudam de verdade
Em vez de colecionar slogans, trate o conteúdo como checklist operacional: o que fazer nesta semana, o que medir, o que descartar. E Pra quem estava vivendo aquela pressão ali do presencial caótico, a série tem nove horas, foi uma bênção, meu velho. Poder acordar a hora que quiser, fazer reuniões dele com o time, trabalhar a hora que quiser. Sim, nos primeiros seis meses foi algo de outro mundo, foi algo surreal.
E com isso eu fui colhendo algumas impressões, alguns, como é que fala? Você precisa ser muito regrado com as tarefas que você desenvolve, com as tarefas que você se planeja, se compromete a desenvolver, porque se você não faz isso, você tá fudido, . Tu vai se perder totalmente, você vai ver o seu tempo indo por água abaixo, tá?
Information gain
Ganho específico deste material (não genérico): E eu comecei a perceber isso, foi quando eu comecei a aprender muito sobre gestão, . Comecei a aprender muito sobre gestão de tempo, gestão de pessoas, gestão de modo geral, e também gestão de...
Erros comuns e trade-offs
Os erros mais caros aparecem quando você copia a estética do caso e ignora as restrições que tornaram o caso possível. Você não vai pensar em ter um momento social, um momento de descontração, não. O seu momento de descontração é o momento que você sempre teria, isso é depois do trabalho, certo?
Na prática, isso vira rotina: Então, ao mudar de ambiente também voltou, mas a cada três, seis meses eu voltava nessa mesma inércia, mesmíssima inércia. Até que, depois de abrir o meu próprio negócio, já tá conversando, eu comecei a ter experiências diferentes. Eu comecei a ir pra co-workers, comecei a trabalhar em cafeteria, comecei a ir pra lugares onde tinham pessoas trabalhando, mas não era um lugar oficialmente registrado para trabalho, ?
Próximo passo acionável
Feche com uma ação única nas próximas 48 horas — pequena o bastante para executar, grande o bastante para gerar sinal. E eu percebi que eu comecei a regular melhor meus horários, as tarefas deixaram de atrasar do que estavam atrasadas, eu comecei a limpar um pouco as atividades que estavam comigo. Falei, bom, se eu não estou fazendo isso, imagina as pessoas que estão comigo e estão presencial, elas com certeza estão procrastinando nessa área sem perceber, porque a gente não percebe.
Na prática, isso vira rotina: E tava com previsão de terminar essas tarefas em 6 meses. Em 20 dias a gente já tava caçando novas tarefas pra fazer. E é aí que eu comecei a ficar de .