Síndrome do impostor no SaaS: medo e operação
Síndrome do impostor no SaaS: do disquete ao relatório que ninguém lê
Resposta direta
Síndrome do impostor no SaaS: do disquete ao relatório que ninguém lê. Apertava, para ver se de alguma maneira eu chegava lá, colocava o disquete, ia dar erro no disquete, e eu poderia dizer, cara, deu erro no disquete, daí eu ia ter mais alguns dias, de repente, para melhorar aquele software. Ou seja, eles usaram, né, dois anos sem me pedir mais nada, gostaram do software.
O medo de ser descoberto
Quando o episódio chega em «O medo de ser descoberto», o gancho útil para síndrome do impostor saas é transformar o trecho em decisão — não em resumo genérico.
Eu postei um vídeo, faz uma ou duas semanas eu postei um vídeo, e alguém comentou lá nesse vídeo que ele se sente mal porque ele tem essa síndrome, né, de. Fazer alguma coisa e achar que as pessoas em volta logo vão descobrir que ele é uma fraude, que o que ele está fazendo é ruim. Então eu quero conversar sobre isso um pouco com vocês, contar um pouco da minha história como empreendedor, contar minha história como eu iniciei a programar e como foi problemático para mim esse início de tentar. Eu tinha 13 anos de idade e eu primeiro fiz um curso de uma linguagem chamada DBase 3 Plus, depois fui para o Clipper.
Clipper era a ferramenta, a linguagem de programação do final da década de 80 e pela década de 90 e até no início dos anos 2000, era aquela linguagem de programação para MS-DOS, aquela tela. Preta, de repente tem gente que não conhece, que o pessoal fazia muito software para controle de estoque, para locadora de vídeos, então era comum, era uma linguagem de programação simples para manipular banco de dados, muito simples, e fez muito sucesso, principalmente no Brasil fez muito sucesso, muita gente usou. E eu comecei a desenvolver o software, achei que conseguia, mas chegou num ponto que eu, com muita vergonha, tive que ir lá e dizer, olha, eu não sei fazer. Eu não sabia, não tinha pensado nessa necessidade, não tinha estudado e realmente não tinha para quem perguntar, porque os meus professores do curso de Clipper, eles só sabiam Clipper um pouco para ensinar, para vender o curso.
Então Naquela época eu realmente era um impostor e tive o pior que eu acho que tem, que as pessoas têm medo, é mostrar a cara e dizer, olha, eu não sei, ser desmascarado e dizer que realmente eu sou um impostor. Então o que vocês mais temem eu já passei, que foi dizer, chegar no cliente e dizer, olha, eu não sei fazer. Depois eu aprendi um pouco mais de clipe, já passou um tempo, já tinha, sei lá, De 15 a 17 anos de idade, eu não lembro exatamente, eu fui trabalhar como office boy numa empresa de contabilidade. O pessoal lá dessa empresa de contabilidade descobriu que eu sabia programar e me pediram um software, um software simples, para uma rádio local aqui da nossa cidade.
Feche «O medo de ser descoberto» com um experimento de 30–90 minutos ligado a síndrome do impostor saas: artefato + critério binário — sem inventar número fora da fonte.
Na prática
Information gain: use só o que a fonte afirma sobre síndrome do impostor saas; scaffolding editorial não inventa número.
Analogia do disquete
«Analogia do disquete» é onde síndrome do impostor saas deixa de ser vibe e vira critério. O material empurra execução observável, não plateia.
Que é comum aqui entre os empreendedores de software como serviço, que eu converso aqui diariamente, eu tinha aquele querer fazer o software perfeito e eu nem estava ganhando nada, eu estava fazendo de favor para mostrar que eu sabia, porque eu disse que sabia lá para aqueles meus patrões e eles queriam que eu fizesse para essa rádio local. E no caminho dessa rádio, né, porque foram lá me levar pra me instalar o software, porque me perguntaram, porque eu pedi, sei lá, duas, três semanas pra fazer, passou o tempo, não tava pronto o software ainda, não tava. Apertava, para ver se de alguma maneira eu chegava lá, colocava o disquete, ia dar erro no disquete, e eu poderia dizer, cara, deu erro no disquete, daí eu ia ter mais alguns dias, de repente, para melhorar aquele software. O software nessa rádio local, o pessoal gostou, começou a usar e ficou por isso, instalei, eles começaram a usar, não ouvi mais falar deles e tá, de repente eles odiaram o meu software, só não quiseram me falar que o software era muito ruim, era esse o meu pensamento.
E eu tinha uma vizinha, que eu não falava muito, era uma vizinha ali perto da minha casa, no máximo de dar oi de vez em quando para ela. Uns dois anos depois, ela bateu lá em casa e disse assim, Davidson, o pessoal lá da rádio queria que tu desse manutenção naquele software, eles queriam pedir mais umas funcionalidades naquele software. Ou seja, eles usaram, né, dois anos sem me pedir mais nada, gostaram do software e todo aquele meu medo, tudo aquilo que eu tava pensando, né, que o software não tava bom, cheguei a sabotar a instalação do software pra ver se de alguma maneira eles. E eu ficava muito admirado que tinha pessoa que comprava o software e eu ficava pensando assim, não, ele assinou o software, mas logo ele vai se dar conta que o software não está bom o suficiente.
Não que não tivesse cancelamento, às vezes acontecia cancelamento, mas às vezes nem era o cliente que eu imaginava que ia cancelar, que cancelava. Tem cliente que está até hoje com a gente, eles compraram lá em 2009 o software, eles assinam até hoje e estão conosco usando o software. O que me curou dessa síndrome do impostor em relação ao ex-gestor foi que já estamos há muitos anos, tem muito cliente usando, a gente tem milhares de clientes por todo o Brasil, e eles estão satisfeitos, o NPS. Ele não está muito preocupado se o software é bonito, se o software está com o botão da melhor maneira possível, se a cor está bonita.
Depois de «Analogia do disquete», anote uma métrica (tempo, taxa, retries ou conversão) para síndrome do impostor saas e rode um ciclo curto antes de escalar.
Na prática
Síndrome do impostor no SaaS: do disquete ao relatório que ninguém lê.
Relatórios debochados
Sob o ângulo de «Relatórios debochados», o que importa em síndrome do impostor saas é o próximo passo testável. Se não muda prioridade em 48h, ainda é ruído.
As coisas vão ser melhores para ti, sim, só que a gente não pode ficar nesse perfeccionismo, porque senão as coisas nunca vão para frente, sempre vai ter algo a mais para ser feito, sempre vai ter algo a mais que a gente precisa fazer, melhorar, analisar. Até hoje, o registro já há quantos anos tem, e até hoje eu tenho ideias para ele do que modificar, do que tirar, inclusive, porque às vezes acontece de a gente colocar coisa demais no software. Inclusive, sobre layout, sobre design, sobre o que o cliente quer, eu desenvolvi uma série de relatórios, de indicadores aqui para o gestor, para nós, para uso interno aqui, para mim, para os meus sócios, para os funcionários analisarem. Mas tu vai ter que de alguma maneira conseguir lançar teu software da maneira que ele está e ir melhorando com o tempo, dar a cara a tapa, aceitar críticas, porque também tem a ideia de que eu vou lançar o software da melhor maneira possível, mas essa melhor maneira possível é só da tua cabeça.
Se aquele software é bom ou não, quem define a qualidade de qualquer produto não é tu, não é tu desenvolvedor, quem define a qualidade que diz assim, isso é bom ou não é bom, é o cliente. Então, inclusive, na faculdade eu estudei sobre gestão de qualidade total, e era uma das frases que falavam sobre gestão de qualidade total, quem define é a pessoa que está usando, e não eu, eu fiz o software e saio megabando por aí, o meu software tem uma qualidade extraordinária. E acontece de, às vezes, chega um cara muito forte lá, um cara novo muito forte, eu penso assim, cara, esse aí vai ser difícil de lutar. E fico pensando, ah que legal, parece que eu tenho superpoderes aqui, porque eu aprendi aquilo ali durante esse tempo, apesar de às vezes não acreditar no conhecimento que eu tenho dessa arte marcial, eu vou lá, ganho dele.
E daí acontece o contrário também, às vezes tu tá se achando, tu tá ganhando de todo mundo, mas daí vem um cara menor que tu, menos graduado, te ganha e quebra o teu ego. Daqui a um tempo vai aparecer um concorrente teu que fez um software muito bom, que tu admira, que tu acha, cara, por que eu não pensei nisso antes? Em relação ao teu produto, ao que tu tá fazendo, em relação à tua síndrome de impostor, tu vai vencer fazendo, colocando em prática as coisas que tu tem pra fazer no dia a dia. A gente achando que a gente é melhor do que deveria ser, isso é uma falta de humildade nossa, de que eu tenho que ser perfeito.
Se «Relatórios debochados» não caber na agenda, corte escopo de síndrome do impostor saas. Aprendizado curto publicado vence hype longo consumido.
Antídoto operacional
A seção «Antídoto operacional» amarra síndrome do impostor saas a trade-offs reais: o que cortar, o que medir e o que ignorar na primeira semana.
Eu quero falar hoje sobre a Síndrome do Impostor, tá? Esse é o canal Vivendo de Sás, um canal em português para quem quer aprender sobre gestão de empresa de software como serviço. E se é a primeira vez que você acessa esse canal aqui, já se inscreve aqui embaixo. Depois comenta, me diz o que tu achou desse vídeo.
Então, eu quero falar sobre a Síndrome do Impostor. E eu acredito que todo empreendedor passou ou passa por isso. Então, deixa eu contar um pouquinho sobre o meu início lá. Eu comecei a tentar programar, a fazer curso de programação.
E quando eu comecei a programar, muito novo, Eu vi ali uma oportunidade de, de repente, começar a ganhar dinheiro com isso, né? Comecei a olhar softwares dos outros e, de repente, eu copio essa ideia. Eu não entendia nada de empresa, não entendia nada sobre nada, né? Mas, de repente, eu consegui copiar algum software e fazer.
Feche «Antídoto operacional» com um experimento de 30–90 minutos ligado a síndrome do impostor saas: artefato + critério binário — sem inventar número fora da fonte.
Sinais de que está funcionando
Em «Sinais de que está funcionando», use síndrome do impostor saas como hipótese de trabalho. Escreva a regra em uma frase que outro builder execute sem o vídeo.
Meu pai e meu irmão conseguiram um cliente. Coisas como, por exemplo, comunicação com a impressora. Eles não sabiam a fundo, não sabiam detalhes. E na época não tinha internet, não tinha com quem resolver, não tinha amigos para me resolver essas dúvidas.
E eu desenvolvi, mas eu achei que não estava bom o software. Eu não tinha conseguido fazer tudo que eles me pediram, eu achava que não estava bom o suficiente, tinha aquele perfeccionismo. Era muito simples o software, então eu desenvolvi, ainda não estava pronto, não estava com todas as funcionalidades que eu imaginava ele. E na época, como é que eu levava o software?
Levava num disquete, compilava o software, levava num disquete e instalava no computador lá dessa rádio. Na verdade, ele já tava funcional, mas ele não tava do jeito que eu imaginava que eu conseguiria fazer. Então eu lembro que eu tava levando o disquete, eu abria o disquete assim, passava o dedo no disquete assim. Cheguei lá, o software funcionou, o disquete funcionou, deu tudo certo, instalei.
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O que evitar na primeira semana
O bloco «O que evitar na primeira semana» sobre síndrome do impostor saas ganha densidade quando você separa claim da fonte de opinião ornamental — preserve só o acionável.
Me dispensava daquilo, ou me dava mais tempo para desenvolver o software. Na época eu não continuei o software, porque eu já estava ocupado com outras coisas. Eu acabei dispensando a ideia de atualizar o software. Mas eu fiquei feliz que eles já estavam há dois anos usando, e estava dando certo, estava funcionando, e eles estavam usando nessa rádio local.
E quando a gente começou o eGestor, eu já adulto, tá? Em 2009, então, eu tinha 28 para 29 anos de idade, já adulto, né? Então, ainda assim tinha a ideia da síndrome do impostor. A gente lançou o software, a gente vendia, colocava propaganda paga, tinha gente entrando no site, a gente vendia.
A gente tinha todo o trabalho de vender, conversar com o cliente. E vai cancelar, e não cancelavam. Então, a gente fez com todo carinho o software, a gente pensou em todos os poréns do software, a gente ficou meses desenvolvendo, pensando, analisando. Mas mesmo assim, a gente sempre tinha a ideia de que não está bom o suficiente.
Se «O que evitar na primeira semana» não caber na agenda, corte escopo de síndrome do impostor saas. Aprendizado curto publicado vence hype longo consumido.
Na prática
Próximo passo: escolha uma métrica observável e rode um experimento de 7 dias antes de escalar o padrão.
Perguntas frequentes
Em Síndrome do impostor no SaaS: do disquete ao medo (playbook), o que «Analogia do disquete» pede para fazer esta semana?
Comece pelo mecanismo: «Analogia do disquete» é onde síndrome do impostor saas deixa de ser vibe e vira critério. O material empurra execução observável, não plateia.
Como provar «Relatórios debochados» com um experimento mínimo?
Critério do material: Sob o ângulo de «Relatórios debochados», o que importa em síndrome do impostor saas é o próximo passo testável. Se não muda prioridade em 48h, ainda é ruído. Se precisar de segundo sinal: As coisas vão ser melhores para ti, sim, só que a gente não pode ficar nesse perfeccionismo, porque senão as coisas nunca vão para frente, sempre vai ter algo a mais para ser.
Quando «Antídoto operacional» deve esperar atrás de oferta/canal?
O artigo aponta: A seção «Antídoto operacional» amarra síndrome do impostor saas a trade-offs reais: o que cortar, o que medir e o que ignorar na primeira semana. Ajuste ao contexto de `sindrome-impostor-saas-disquete` antes de escalar.
Qual sinal mostra que «Sinais de que está funcionando» saiu do papel — recorte `sindrome-impostor-saas-disquete`?
Resposta direta do corpo: Em «Sinais de que está funcionando», use síndrome do impostor saas como hipótese de trabalho. Escreva a regra em uma frase que outro builder execute sem o vídeo.