Quando Usar PostgreSQL: Guia do Banco
Quando PostgreSQL é a escolha certa para seu projeto.
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Quando PostgreSQL é a escolha certa para seu projeto.
Quando Usar PostgreSQL: Guia do Banco. PostgreSQL é canivete suíço: JSON, full-text search, geo queries, pub/sub. Mas complexidade assusta iniciantes. MySQL é mais simples, SQLite é zero-config. Escolha certa economiza meses de migração futura. Quando SIM usar PostgreSQL Você pr
CTEs, window functions, array columns, JSONB indexado. Postgres tem SQL completo. Se você escreve queries complexas, MySQL limita.
Foreign keys enforced, check constraints, transactions ACID robustas. Banking, healthcare, qualquer dado que não pode corromper.
Postgres faz SQL relacional + JSONB (NoSQL) + full-text search + time-series. Substitui Mongo + Elasticsearch + TimescaleDB em muitos casos.
Postgres escala bem em ambos. Replicação read replica, partitioning nativo. Aguenta milhões de rows sem desmoronar.
Zero vendor lock-in. Self-host ou usa managed (RDS, Supabase). Comunidade gigante, extensões infinitas. MySQL tem Oracle, Postgres é livre.
SQLite em arquivo local é setup zero. Pra MVPs de 1 semana, Postgres é overhead de config. Migra depois se projeto sobreviver.
Se é cache, sessions ou flags, Redis ou DynamoDB são mais diretos. Postgres é overkill pra dados não-relacionais básicos.
Se codebase inteira é MySQL-specific e não tem budget pra refactor, continue no MySQL. Não force migração sem ROI claro.
Postgres exige servidor separado. SQLite roda no processo da app. Pra aplicações embarcadas, SQLite é única opção viável.
Setup mais fácil, JSON menos poderoso, comunidade gigante. Escolha se você quer simplicidade e não precisa de features avançadas do Postgres.
Database em arquivo único. Ideal pra protótipos, testes, apps desktop. Sem rede, sem permissões. Limitado a single-writer.
Postgres managed com auth, real-time, auto-APIs. Se você quer Postgres sem ops, Supabase abstrai complexidade.