Fala Dev com especialista Java
Fala Dev especial com especialista Java pedido pela comunidade: carreira, stack e como estudar a partir da conversa.
Resposta direta
Fala Dev especial: aprendizados com especialista Java pedido pela comunidade. Recentemente que foi 2023 no caso os Java Champions entrar em contato comigo você hidro cara são cara aqui fomenta a comunidade são cara aqui meu ensinar Java você um cara que tá meu ativo em evento você vai palestrar para lá e para cá.
Por que Java ainda importa
Nesta parte do material sobre entrevista especialista java fala dev, o foco é «Por que Java ainda importa». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
Hoje um cara aqui muito pedido pela comunidade, tem uma relevância muito importante, especialista em Java, produtor de conteúdo, tá em eventos pelo Brasil afora, vem comigo que tá pesadíssimo esse papo, bora lá. Vem cá vem brindar comigo queridíssimo pela comunidade muito feliz desse reconhecimento da galera é muito bom tá na comunidade, acho que assim acho que eu descobri a comunidade assim ao longo da carreira, foi uma coisa um pouco orgânica, né, foi um negócio meio sem querer, porque desenvolvimento de software você não faz sozinho, então aí você começa a se juntar Aí você monta um grupo de estudo, aí você vê que tem uma outra galera também estudando, aí você vê uma galera que se reúne. E eu lembro que o primeiro sistema que eu fiz de verdade, foi em 94 para 95, mais ou menos, foi um sistema de folha de pagamento para minha mãe.
Então a gente fazia plantão na porta da biblioteca, esperava o livro chegar, que alguém tinha emprestado, saía correndo com o livro, ia lá para o Xerox, cada um pagava um capítulo, porque também a grana era curtíssima naquela época, e a gente ia estudando e depois se trocava os. Os conteúdos e isso é muito legal porque a gente virou fez um grupo de estudo orgânico sem meio sem querer então começou aí e aí depois na universidade sempre estudando junto sempre sabe vamos montar primeiro dia que eu instalei Linux na minha máquina pegou um colega meu vamos estar ali vamos tomar que era aquela época que eu acho muito louco primeiro lindo se instalei Leclerc. E a mão tremia, para eu poder digitar, eu falava, se eu errar esse negócio, eu queimo um monitor que meu pai deu esse computador para mim, e ainda está pagando e não sei o que.
Temas da conversa
Nesta parte do material sobre entrevista especialista java fala dev, o foco é «Temas da conversa». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
Vamos correr atrás dos veteranos Que mexem com o Unix e não sei o que E aí a gente vai criando Essas novas conexões Isso foi muito legal Então acho que o conceito de comunidade vai em função de Eu preciso estar perto de gente que saiba mais do que eu E o pouco que eu sei Eu consigo trazer outras pessoas junto Então é muito nessa troca Eu aprendo muito com quem sabe muito mais do que eu. Então, assim, era coisa de alguém pegava um livro, traduzia, fazia uma apostila, tinha que fazer um curso, você ganhava apostila e eu ficava lendo apostila, porque às vezes não tinha o computador. Geralmente o que eu costumo fazer, e eu aconselho meus alunos, vai na fonte primária, vai direto no fabricante daquela tecnologia para ver se a documentação dele é boa e o que ele diz, porque nada melhor do que quem fez para falar como você pode usar.
Cara e eu quero conectar o seguinte porque Java tá bom tá e diretamente porque Java e o quanto você consegue entender o impacto que essa honraria tem para sua vida hoje profissional e até pessoal na sua família boa para nós cara então porque Java né eu tive contato com eu achava que era na versão 1.1 que eu tive contato com Java foi na versão 1.0 onde eu descobri a questão dos aplentes porque que surgiu. E com a seguinte premissa né right one run anywhere que é o que escreva uma vez roda em qualquer lugar e qual era o grande apelo a internet estava surgindo sentiu Netscape e tal para gente poder fazer interações no browser então consegui afrontar tipo uma calculadora com botõezinhos para rodar no braço para caraca isso é fantástico e você fazer isso em Java e a segunda parte né Então esse foi o primeiro contato com já primeiro shopping que eu fiz lá não fiscarem 90 foi. Então o Java apareceu com aquela ideia do tipo, cara, usa o pacote AWT Swing e você consegue fazer uma interface gráfica que roda nos dois.
Na prática
Fala Dev especial: aprendizados com especialista Java pedido pela comunidade.
Carreira e stack
Nesta parte do material sobre entrevista especialista java fala dev, o foco é «Carreira e stack». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
De curva Caraca meu 97 98 99 fiquei explorando essas coisas estudando tudo isso 2000 entrei no mestrado E aí eu precisava criar um simulador gráfico E aí o que acontecia meu orientador só trabalhava numa máquina Sam que ele tinha de um projeto que era o xodó dele bbv e eu falo assim como que eu vou executar o software lá e se a minha máquina do laboratório máquina Windows Foi beleza. Mas, depois disso, mesmo trabalhando um doutorado com C, nas aulas, sempre Java, sempre gostei de Java, sempre achei um poder absurdo, principalmente na questão de orientação a objetos. Recentemente que foi 2023 no caso os Java Champions entrar em contato comigo você hidro cara são cara aqui fomenta a comunidade são cara aqui meu ensinar Java você um cara que tá meu ativo em evento você vai palestrar para lá e para cá você vai você dá um workshop você junta molecada você tem a cara dos Java Champions você não quer ser um Java Champion porque porque essa é uma coisa legal você não se inscreve para ser fechado a gente eu vou ser convidado então assim, é um grupo extremamente só pra você ter uma ideia, quem faz parte desse grupo?
James Gosling Sir James Gosling, que é o criador do Java o próprio Bruno Souza que é o Java Man, e o Bruno é um super amigo o Helder Moraes, que foram os dois principais que me convidaram o Vladimir Halcia, que é o criador do Hibernate, você tem o Paul Deitel que escreve os livros do Java How to Program, Bert Bates então você tem uma galera que fala assim Obrigada. Se eu for no evento deles vou ficar pedindo autógrafo para todo mundo quem foi eu perto dessa galera que eles constroem o Java tem muita gente do JCP etc então fazer parte desse grupo é como diria o tio Ben Parker com grandes poderes vem grandes responsabilidades porque você acaba virando uma referência agora você você deu título Título de referência. Trazendo meio que uma uma uma insígnia né impede assim assim vamos falar um negócio bacana e assim eu sei que a galera vai vai olhar diferente então a minha responsabilidade aumenta né mas ao mesmo tempo acho que a mensagem fica mais forte que você carregando esse título pessoal fazem por é um cara que realmente estudou é um cara que realmente se aprofundou e gosta de estudar Java e isso sempre fez parte da minha vida Foi muito legal, eu acho que assim, eu não tenho palavras para agradecer esse convite até hoje, eu sou muito grato a todo mundo que não só me convidou, como também votou por mim, porque tem um negócio muito legal, abrindo um último parênteses, você precisa ter um mínimo de votos para ser nomeado Java Champion, então seu nome vai para a lista e as pessoas vão.
Como estudar a partir daí
Nesta parte do material sobre entrevista especialista java fala dev, o foco é «Como estudar a partir daí». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
Vamos fazer um negócio bacana, vamos fazer uma API que consome, vamos fazer um agente, vamos fazer um tool, vamos fazer. Então, eu acho que isso me ajuda a ter essa empolgação, mas é uma empolgação direcionada, tipo, gosto, quero estudar, quero me aprofundar, às vezes eu demoro um pouco porque eu espero o hype dar uma passada, porque, né, se a gente fosse viver de hype, estuda VR, realidade virtual. Porque muita gente teve o primeiro contato com programação com professor de Java, que não era um professor de Java, que caiu no colo dele dar Java e não se preparou para dar Java.
Quando você fala das primeiras versões do Java, 1.1, 1.2, que você estava introduzindo uma camada intermediária entre aplicação e sistema operacional, máquina virtual, óbvio que isso dá um overhead, porque a gente até então só tinha linguagens compiladas. Você tinha um elemento aí no meio do caminho agora quando você fala na evolução da máquina virtual nós estamos falando de 30 anos de evolução como das mentes mais brilhantes do conjunto de mentes mais brilhantes do mundo dedicados a fazer isso hoje você tem desempenhos invejáveis em Java se você pega o ranking das linguagens mais performáticas Java tá no top 3 perto talvez ali para Rust para C e Java tá ali no meio na cabeceira ali ombro a ombro disputando com os Mas por que isso? Porque eles fazem todo um processo de pré-compilação Ahead of time, fazem toda a resolução De dependências, etc, em tempo de build É um build mais lento Mas basicamente, subir uma API com Quarkus É tirar do disco e pôr na memória Acabou, fim de papo Então hoje Java tem um desempenho Invejável, consumo de recursos Muito Muito, vamos dizer assim, otimizado Sim E a questão da verbosidade?
Sinais de que está funcionando
Nesta parte do material sobre entrevista especialista java fala dev, o foco é «Sinais de que está funcionando». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
O campeonato mundial internacional de código-c ofuscado que que é isso os caras fazem código-c praticamente ininteligível você não consegue ler lá mas é um programa desse tamanhinho ou seja verbosidade zero vai entender vai entender porque verbosidade ajuda até no clínico sim você vai dar um nome mais expressivo para suas variáveis você vai dar nome de metros você vai encadear suas Então, verbosidade, quando usada. A partir do Java 8, você teve os streams, que você consegue encadear uma porrada de operações em listas numa única linha. Porque ela pode ser usada muito a seu favor ou ela simplesmente é uma chatice porque a lei não combinar digitar nunca fez o dedo de ninguém cair a você né então eu acho válido você entender o Java antes de começar a programar porque antes era difícil eu concordo ensinar o público estático e void mainstream e arcas dos alunos é difícil que a gente às vezes a gente parte direto, né, explicar todos os componentes do cabeçalho, às vezes não é hora.
Depois a gente vai explorar esse cabeçalho com um pouco mais de detalhes, porque eu preciso que você saiba minimamente de orientação a objeto, eu preciso que você saiba alguns modificadores, o que é public, o que é estética, o que é string, o que é vetor. E, de novo, se fosse mal feito em Java, seria mal feito em C Sharp, seria mal feito em JavaScript, em Python, em Go, em whatever. Ah, então eu vou pegar, eu vou ter um inimigo comum pra falar mal, pra gerar engajamento, mas assim, Você já fez um teste?
O que evitar na primeira semana
Nesta parte do material sobre entrevista especialista java fala dev, o foco é «O que evitar na primeira semana». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
Por que você fez em Java, sendo que C Sharp era melhor, que PHP é melhor, que não sei o que é melhor? Aí você, de acordo com as suas capacidades com a sua avaliação no seu contexto, você vai avaliar qual é a melhor linguagem porque se a gente parar pra pensar assim e ficar nesse rei Você simplesmente vai pensar em achismos. Não é só linguagem, e é um monte de fatores envolvidos que vão muito além da nossa capacidade de interpretação, porque a gente não tá no contexto da galera que toma essa decisão.
Top, você consegue fazer jogos, Minecraft é o exemplo do jogo mais famoso, o Java, você consegue fazer aplicações para rodar num dispositivo um pouco mais modesto. Exemplo, eu tenho lá na minha casa um Raspberry Pi, que eu rodo APIs Java feitas na minha máquina Windows ou no meu Mac e eu simplesmente copy paste e boto para rodar lá Java, menu Java e pum, a API sobe. Eu tento eliminar todas as possíveis distrações porque vamos lá eu preciso entender um erro do compilador eu sou um erro do compilador porque a hora que o código quebrar eu sou saber divulgar é seguir o tutorial, caminho feliz funciona, a forja do dev, exativamente se dá quando nada funciona que delícia isso a gente vai pensar em desistir minha arte na praia não quero mais aproveitar que eu estou gravando aqui na areia vou fechar o notebook, vou vender miçanga falaram que era só vir pra praia que eu ia virar dev, não não é assim então A forja, nossa, ela se dá, obviamente, quando as coisas não dão certo.
Como explicar isso para o time
Nesta parte do material sobre entrevista especialista java fala dev, o foco é «Como explicar isso para o time». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
Vamos supor, eu faço um código maravilhoso em JavaScript, a última linha deu erro, quebrei. Então, eu gosto de linguagens compiladas porque você tem tipificação forte, então você tem que saber o tipo de dado que você está usando, você não deixa tudo na mão do interpretador, você consegue ter intenção do que você está programando. Estamos juntos a gente não vai quando assim ser expert do dia para noite é muita porrada é muita tentativa é muito erro é é vibrar nas pequenas Vitórias sim e ter serenidade quando a gente toma porrada porque que vai ser difícil e a cada dia os problemas estão ficando mais complexos e fazer software envolve muito mais coisa deve-se iniciantes do meu coração mantenham-se firmes E criem hábito de estudar.
Estar presente em eventos e até mesmo ser no rosto de eventos e dar a cara a tapa mesmo, quais habilidades e skills que você acha que esse dev que quer ensinar, agora que entendeu a importância do aprender, ele precisa ter, pra ele construir um caminho sólido e também não desistir, porque eu imagino que às vezes o retorno não vem tão cedo, né? Ou não sabe ou não sabe que você pode ensinar vai no salão da tua igreja conversa lá com o padre com o cabelo meu posso dar um curso de computação aqui para molecadinha não sei o que lá depois da catequese vai é isso encontrar esses meios vai te forçar tirar quebrar né às vezes essa timidez que a gente tem vai te proporcionar ter iniciativa vai te experimentar conversar com gente que você nunca viu e isso Querendo ou não, só traz vantagens. Então, a gente está fazendo isso, mas sempre tem conteúdo bacana lá, um conteúdo atemporal, estrutura de dados, fundamentos, que é uma coisa que eu gosto de falar muito, sistemas operacionais, compiladores.
Na prática
Próximo passo: escolha uma métrica (taxa de sucesso, tempo, retries ou conversão) e rode um experimento de 7 dias antes de escalar o padrão.