Dev backend ao vivo: debug, IA e impostores
Live caótica de backend: raiva com IA, debug real e o papel do impostor no time
Resposta direta
Live caótica de backend: raiva com IA, debug real e o papel do impostor no time. Depende, depende da proporção que ele ganha, porque às vezes é um bug que você tem tipo, sei lá, tá acessando o JavaScript, né, você tá acessando o Defined, pô, vai quebrar a tela, no React puro tu vai ter um problema ali que é onde a tela vai cair. E ele fez questão de.
Raiva com IA no fluxo
Quando o episódio chega em «Raiva com IA no fluxo», o gancho útil para dev backend debug impostores é transformar o trecho em decisão — não em resumo genérico.
E daí acabou que eu fui pro exército, eu fiquei um ano, eu queria ter seguido carreira ali, mas pro final do ano já tava me enjoando, aí eu pensei, pô, preciso fazer alguma coisa que eu realmente gostava. Comecei a codar front-end, mas descobri que as minhas telas são muito feias, ninguém queria, mas eu já manjava um pouco de front e migrei pro back. Spotify codando, não tem como, cara Não tem como, a gente não tem essa paz Entrega a task, sobe bug, corrige Conversa fiada, conversa fiada Ninguém trabalha assim, programador nenhum trabalha assim mais, cara Foi época Não trabalho mais em suporte e atendimento, então minha vida é um pouco mais fácil Não preciso resolver bug todo dia em produção Hoje eu consigo só entregar a task e tranquilar, sei lá Vocês, é a mesma coisa? É a mesma coisa, eu trabalho bastante com gira, github, todo dia praticamente Tem que ficar subindo PR ali pra Pra alterar ali o código, é isso Basicamente é isso Não sabe nem o que tá falando, cara.
Então, tu chega na empresa, às vezes tu tem que ir pra uma reunião pra entender o que tu precisa entregar na próxima semana, porque teu chefe prometeu uma coisa, tipo, que precisa entregar, e a gente tem cliente pendente pra isso. Depende, depende da proporção que ele ganha, porque às vezes é um bug que você tem tipo, sei lá, tá acessando o JavaScript, né, você tá acessando o Defined, pô, vai quebrar a tela, no React puro tu vai ter um problema ali que é onde a tela vai cair. Daí nesse tipo de coisa a gente acaba meio que se mobilizando todo o time de desenvolvimento A gente tem três pessoas hoje E daí a gente acaba meio que investigando o problema, isolando, vendo onde que disparou, ver os logs Por exemplo, tem o PM2, né? Acho que é o meu chefe fala pra, tipo, ah, eu vou estar vendo o log aqui, daí tu faz o seguinte, acessa a tela e faz a mesma ação pra gente ver qual que é o último registro do log.
Uma forma de isolar o problema e ficar tentando descobrir de onde vem a origem, qual que é o tipo de informação que o front tá enviando pra quebrar isso ou fazer com que, sei lá, determinada task do. E ele fez questão de na primeira fala dele falar Ah, eu comecei no front e depois fui pro back Manda bem-vindo servidores da AWS Acabei de ver, cara , caiu tudo, mano Ô rapaziada, vem pra live, Não tem mais trabalho não, filho Acabou o trabalho Acabou o trabalho, o grande rollback já tá acontecendo, cara As máquinas estão sendo desligadas Rapaziada, as máquinas estão sendo desligadas Venham pra live Venham pra live que daqui a pouco o YouTube vai cair também, mano. Meus mesmos eu trabalho com Java mas especificamente é a versão 8 ainda e eu acho que eu definiria o Java como um gato porque donos de gato sempre falam tipo fazem questão de falar que tem um gato você ama ou odeia o gato quem não gosta de gato não quer chegar perto de gato então você é algo muito específico de quem usa Java no dia a dia é uma bela analogia cara é uma bela analogia mas aí eu te pergunto tu falou Java 8 mas se for o 13 por exemplo ainda é um gato acho que daí poderia ser uma raposa porque ele é mais selvagem e não gosta muito de ficar perto da humanidade Obrigado. Mas apesar de ser back-end, tipo, eu sei Fundamento sobre REC, sei sobre a questão de HTML, CSS, tudo que é básico Porque qualquer um que vai entrar na área vai entrar por isso, né?
Feche «Raiva com IA no fluxo» com um experimento de 30–90 minutos ligado a dev backend debug impostores: artefato + critério binário — sem inventar número fora da fonte.
Na prática
Information gain: use só o que a fonte afirma sobre dev backend debug impostores; scaffolding editorial não inventa número.
Debug ao vivo sem teatro
«Debug ao vivo sem teatro» é onde dev backend debug impostores deixa de ser vibe e vira critério. O material empurra execução observável, não plateia.
O pacote web basicão Só que é uma coisa que, por estar em uma empresa pequena Por ter demanda, eu preciso atuar Ah, então é full stack É full stack Se for pensar, se eu for usar os dois, mas. Cê é back-end, levantou a bandeira do Laravel, falou que front era Nutella, ia fazer a parada no Laravel, no reality da Codecom, tu me abre um código usando React. Data, última modificação, ordena por ela, tenta pegar o que não foi utilizado a última vez, e aí fez na cabeça da galera assim, resolveu tu é o papa da programação , tu é o Fábio Akita, tu é o Akita, tu é o a reencarnação do Akita tu é a reencarnação viva do Fábio Akita, o brabo, o brabo Um baita problema, que tinha um botão de reload na tela, que os caras ficavam clicando até o primeiro elemento da lista não ser o último que eles clicaram. E ela primeiro começou ela a becky ainda a becky ainda rindo sacanagem tu tá de sacanagem tu tá de sacanagem ela rindo para aí o fui stack o fui stack vai lá fui stack aí a galera começou ela ela por causa de irmãs tem que saber quem é porque aquela recorte Ela.
Só que acontecia que, quando o usuário deletava um widget, ou duplicava, que inclusive a função de duplicar foi eu que fiz, se você duplicava ou adicionava, o método que chamava a construção de todos os gráficos, ele fazia com que a lista que era mapeada, tipo, se tinha um array de elementos, esses elementos eram iterados, e isso formava a formação de cada gráfico. Eu basicamente tive que refatorar um monte de código que tava meu horroroso assim, eu nem sei como dava certo isso, e daí eu acho que foi uma experiência assim mais gratificante porque era uma coisa simples, não foi uma hora de trabalho, mas foi uma coisa que, pô, impactou, assim, diretamente, assim, a visão do meu chefe porque quando eu cheguei na sala, inclusive, eu falei, ó, eu corrigi um negócio importante, tal, dali, ô, isso aí é massa, daí eu fiquei com um crédito um pouco melhor Entendeu, Lisboa, o que é hidratação agora? O projeto pessoal, e como é algo bem mais bobo assim, dá até meio vergonha assim de falar, mas basicamente era um trabalhinho que a gente tava fazendo, e por algum motivo a validação que a gente fez do campo do CPF só podia aceitar com ponto. Cara, a melhor experiência que ele teve foi front Ele falou de renderização, tela de UI O único coisa de back que eu ouvi dele Foi no negócio do cache, e foi ainda assim Ah não, no banco a gente pode botar um cache na frente Cache do front, ele não falou do cache do back Tá tudo certo É que eu citei uma experiência só Foi uma coisa que tipo, é porque front normalmente é mais visual Pô, ninguém vai ficar dizendo assim Esse painel que demorava dois segundos agora tá demorando, sei lá Meio segundo, ninguém vai ficar reparando nisso A Daiane e o Vinícius tinham exemplos de back-end.
Renovou, tem que fazer live Pra galera lembrar de renovar, cara Um reject funcionava, isso é verdade, cara Um rejectzinho funcionava, cara, uma beleza No Ruby é uma linha, né, cara? Tinha pico de requisição, afetava toda a callback, Porque o Node é single thread E daí acaba que toda a fila de eventos ali Era bloqueada Só que, por causa do bloqueio, nenhuma requisição nova era respondida, o sistema caía e a gente teve que aumentar mais recursos de CPU e tal, mas no final dos contos foi uma experiência que não necessariamente diz que eu não sou back-end, mas só tá dizendo que o React foi mais visual e foi legal o pessoal comentando, ó, isso aqui foi massa. Que quer colocar microserviço onde não precisa Então, alô, meu Steph Indinir Meu Príncipe Indinir Você agora ganhou uma nova categoria Nós temos o Junior Pro Max E agora nós temos o Principal Reborn Steph Reborn Que é onde o cara quer colocar coisas que não precisam Mas por quê? Se ele não for o Devin, isso pode ser uma história que ele analisou o código de alguém que mandou dessa forma, e essa pessoa deu esse migué será que ele tá fingindo, cara?
Depois de «Debug ao vivo sem teatro», anote uma métrica (tempo, taxa, retries ou conversão) para dev backend debug impostores e rode um ciclo curto antes de escalar.
Na prática
Live caótica de backend: raiva com IA, debug real e o papel do impostor no time.
Impostores e pressão de time
Sob o ângulo de «Impostores e pressão de time», o que importa em dev backend debug impostores é o próximo passo testável. Se não muda prioridade em 48h, ainda é ruído.
Não parece, quatro anos, cara, putz, eu acho que ele tá fingindo muito, cara, eu acho que ele que é o sênior, na moral mesmo, ele tá fingindo pra o bicho falou que deletou todas as transações e não comites o que? Pô, não tem como Pode ser Pode ser, e se for PM ele manda muito bem Porque, tipo, eu tô analisando ele Com Ele é sênior e tá fingindo que é full stack Ou então ele é full stack mesmo E o conhecimento tá bem raso Agora se ele for PM e tem esse conhecimento Que ele tá falando, aí ele é um PM foda Porque o PM a gente nivela lá embaixo Tá ligado? Melhor ainda Explica pra mim o que é saga pattern Cara, eu não vou estar em tipo que eu não faço ideia Nunca trabalhei com esse negócio não Eu conheço, mas não lembro, cara Cara, você é sênior e também não sabe? Pois é, me ajuda Cara, vocês comentaram que eu falo muito de rota Que a gente fala muito de problema Você tá querendo enganar a gente de novo Eu faço sempre por rota, até chegar em algum BO de código, de BEC, algo nesse sentido Pô, o saga pattern resolvia, Aí o Lisboa tirou onda, tá?
Então, você pega aquele Select, joga no banco e vê o consumo daquela consulta, adapta ela e aí ou joga para o Entity Framework como consulta mesmo, abre aspas, joga lá dentro, otimizada, usando as chaves que você precisa, ou então ajuste em framework para ele não gerar uma consulta tão bizarra. Não, aí eu vou voltar, eu consigo ir rota Na rota eu chego no método, no método eu chego lá Na entidade eu consigo ver quem é Se tu quer saber a carry na mão, matar ela, tu não pega Não, eu tenho que debugar, dar o true lá no antiframe Pra ele colocar exatamente como ele tá escrevendo Quatro anos, hein? Geralmente eu subo consulta ali dentro Mas aí ele engabela um pouco Ele engabela pra caramba Ele é tipo Meu tia Dinha, por exemplo Que E aí quando tem algum select assim, normalmente sempre estoura timeout, erro de timeout, mas assim, os erros que eu presenciei assim, que a requisição do banco tá no teto, reiniciaram. Vai lá na IAN eu sou de um time chamado soluções técnicas a gente presta suporte operacional pros atendentes que prestam suporte ao cliente basicamente mas eu sou voltada pro front-end que isso cara mano ela é muito braba eu tô falando acha o linkedin dela e vai atrás dela ah pô só decorou já olha se tu é front-end vai pro back tu é boa tô falando cara tô falando ela é braba não quer não falou do Java 8 só pra bater na beca Obrigado.
Ele é de Node, cara A galera de Node e do React parece muito a forma de eles falarem Você cria novas instâncias de Node Usando tipo cluster da vida, enfim Ou worker threads Mas o Node por padrão, na verdade, ele trabalha com uma thread Para o event loop e quatro threads para a thread pool dele Que no caso faz a operação de I.O. Eu ainda não me formei, eu vou me formar mês que vem agora, em junho, e logo em seguida eu já quero dar início na minha pós-graduação em Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina, né, o Machine Learning, então essa é a minha área, tipo, de paixão hoje. O cara que vendeu o pitch tá aí galera, não estuda em coisa técnica venda o seu pitch toda pergunta que a gente fazia, ele falava ele primeiro dava um exemplo de front-end e daí quando a gente questionava, ele falava de back-end então, como a gente tava tentando ele manja, ele manja, manja muito de front quem é o dev back-end, a gente Omnistack Ele é front, ele tá aqui, ele entende, ele é programador Mas ele é front, tudo bem Sem preconceitos, né Alice? É, sem preconceitos Fale pra você Pra mim não imposto Não tenho preconceito, tenho até amigos que são É isso Mas assim, ele tendenciou a gente a pensar que ele era front E assim, não tinha o que ele falasse Ele podia mostrar que ele sabia back Mas ele mostrou muito sobre front também No máximo ele era com stack Mas ele mostrou muito mais o front do que o back Vamos estar piados.
Se «Impostores e pressão de time» não caber na agenda, corte escopo de dev backend debug impostores. Aprendizado curto publicado vence hype longo consumido.
O que levar da sessão
A seção «O que levar da sessão» amarra dev backend debug impostores a trade-offs reais: o que cortar, o que medir e o que ignorar na primeira semana.
Tá passando raiva com IA pra desenvolver ainda, tá torcendo pra ver algo bom? Conheça o MBA em Engenharia de Software com IA da Fullcycle e aprenda a usar IA pra gerar código de verdade. O link tá na descrição desse vídeo. Quem é o Dev Backend debugando impostores?
Esse é o reality show da Codecom, do meu amigo Gabriel, da tropinha da Codecom e a gente vai assistir junto. Me ajuda a bater 300k, cara. Se inscreve no canal, deixa o like, ativa a notificação, comenta, engaja. Vamos ver porque, cara, todos os episódios eu só vi com o Adafofo.
Eu quero ver se esse aqui a gente vai ter um festival de Codafofo também. Eu sou o Gabriel, organizador da Fodicon. Estou junto com a Alice, o Pedro e o Lisboa. E hoje tentaremos descobrir quem é o DevBetCake.
Feche «O que levar da sessão» com um experimento de 30–90 minutos ligado a dev backend debug impostores: artefato + critério binário — sem inventar número fora da fonte.
Sinais de que está funcionando
Em «Sinais de que está funcionando», use dev backend debug impostores como hipótese de trabalho. Escreva a regra em uma frase que outro builder execute sem o vídeo.
Teremos quatro participantes que contarão como trabalham na academia. Porém, somente um deles está falando a verdade. E aí, será que a gente consegue acertar? Vem com a gente no Debugando Impostores.
E aí, Alice, e aí Lisboa, e aí Pedro. Ah, e o Gabriel Lisboa é do Chorume, hein? Caraca, ficou igual àqueles caras, mano. Que isso, aqueles caras versão dev.
Eu sou o Jonay e estou há 3 anos na área. Eu sou o João e estou há 11 meses na área. Eu sou a Nayane e estou na área faz 2 anos. Bom, minha primeira pergunta é, o que fez vocês quererem trabalhar com programação?
Depois de «Sinais de que está funcionando», anote uma métrica (tempo, taxa, retries ou conversão) para dev backend debug impostores e rode um ciclo curto antes de escalar.
O que evitar na primeira semana
O bloco «O que evitar na primeira semana» sobre dev backend debug impostores ganha densidade quando você separa claim da fonte de opinião ornamental — preserve só o acionável.
Eu era alguém que gostava de pegar aquela, sei lá, aquele brinquedo, aquela calculadora, aquela lanterna de pilhas. Isso não é sênior não, não é sênior, não é sênior, esse aí já é descarto. Sabe, de ficar desmontando e montando de novo pra ver como funcionava, entender que. Geralmente quem faz isso trabalha com infra.
Se essa pilha não estiver aqui, não vai funcionar. Eu queria ir pra mecatrônica, eu fiz um ano de eletrônica básica, mas aí eu acabei me encontrando na área, tipo de, sei lá, mexer com computador, que eu sempre fazia, e daí eu acabei. Assistindo pra programação, porque eu fazia já um curso técnico na área, daí já era bom pra mim que eu seguia essa carreira. Pra mim é bem parecido, igual a ele, né?
Esse aí tem cara de vendedor. O primeiro tem cara de dev react. Esse aí tem cara do time comercial de uma empresa de tech. Não tem cara que é back-end também não, filhão.
Se «O que evitar na primeira semana» não caber na agenda, corte escopo de dev backend debug impostores. Aprendizado curto publicado vence hype longo consumido.
Na prática
Próximo passo: escolha uma métrica observável e rode um experimento de 7 dias antes de escalar o padrão.
Perguntas frequentes
Por que «Debug ao vivo sem teatro» importa agora em Backend ao vivo: debug, IA e impostores no time (playbook)?
Do texto: «Debug ao vivo sem teatro» é onde dev backend debug impostores deixa de ser vibe e vira critério. O material empurra execução observável, não plateia.
Como isolar «Impostores e pressão de time» sem montar um plano de 30 dias?
Sob o ângulo de «Impostores e pressão de time», o que importa em dev backend debug impostores é o próximo passo testável. Se não muda prioridade em 48h, ainda é ruído. Em «Impostores e pressão de time», trate como experimento com dono e prazo — não como lista de intenções.
Qual restrição «O que levar da sessão» deixa explícita?
Comece pelo mecanismo: A seção «O que levar da sessão» amarra dev backend debug impostores a trade-offs reais: o que cortar, o que medir e o que ignorar na primeira semana.
O que falha se você pular «Sinais de que está funcionando»?
Critério do material: Em «Sinais de que está funcionando», use dev backend debug impostores como hipótese de trabalho. Escreva a regra em uma frase que outro builder execute sem o vídeo. Se precisar de segundo sinal: Teremos quatro participantes que contarão como trabalham na academia. Porém, somente um deles está falando a verdade. E aí, será que a gente consegue acertar? Vem com a gente no.