Desafio técnico sem falar de IA
Quando o conteúdo sem IA 'vaza' audiência, o desafio técnico vira filtro: fundo de engenharia ainda diferencia.
Resposta direta
Prova de fundo técnico sem pivô em hype de IA. Esse é um trabalho que tu tem que fazer na hora de fazer o parse Daquela informação que a API tá te retornando Então eles tão dizendo, tipo assim Backend é backend A gente tem o nosso namespace E tu, client, vai, chama do que.
Por que o público só engaja com IA
Nesta parte do material sobre desafio tecnico backend sem ia, o foco é «Por que o público só engaja com IA». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
Assim, ó, sempre quando eu saio do banho, pá, faço a barba e tudo mais, até às vezes eu deixava o bigodinho e eu. E foi bem no dia que eu tava numas pilhas, eu não sei se vocês sabem, mas deixa eu contar pra vocês essa. Então num certo dia, eu acordei pensando o seguinte, Eu vou lançar, escuta essa, eu vou lançar a minha própria marca de erva mate.
Me falaram agora que esse bigode, ele apita no código de barras. Esse é o tipo de conteúdo que eu, assim ó, só quem gosta mesmo de tecnologia vai assistir, mas também é quem tá querendo passar numa entrevista. Porque a informação que tu extrai nesse tipo de conteúdo, de artigo aqui, são aquelas que é aquela coisa que tu menciona durante uma entrevista que faz toda a diferença.
O que 'ser técnico' exige
Nesta parte do material sobre desafio tecnico backend sem ia, o foco é «O que 'ser técnico' exige». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
O GET, muitas vezes a gente vê, cara, uma consulta GET é aquela que tu vai mandar as coisas por query de um parâmetro e aquilo fica público, né? Na barra de busca do teu navegador, bota uns argumentos lá, bota assim, ó, ID igual a 1. Aí tu quer que os bots acessem todos os registros do teu sistema, aí tu bota lá id igual a 1.
Então, eu já trabalhei em sistemas que a gente queria fazer o uso de um método get, a gente ia buscar uma informação, mas essa busca poderia. Esta dissertação, ou nessa dissertação ali, que ele tá comentando do Roy, ele não prescreve o uso específico dos verbos get, post, put e delete, nem foca em APIs de crude. Aquela dissertação dele descreve claramente REST como um estilo de arquitetura que fornece princípios e restrições para construir aplicações baseadas em rede, usando a web como exemplo fundamental.
Na prática
Prova de fundo técnico sem pivô em hype de IA.
Exercícios de fundo
Nesta parte do material sobre desafio tecnico backend sem ia, o foco é «Exercícios de fundo». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
O Roy criticou explicitamente a simplificação excessiva de REST em APIs estilo crude, enfatizando que muitas APIs chamadas RESTful falham em implementar restrições-chave de REST, particularmente o uso de hipermídia para direcionar as transições de estado de aplicação. Então, quando ele fala hipermídia, provavelmente ele está falando de algo que a gente chama de HATE OS, ou melhor, Hypermedia as the Engine of Application State. Aí ele fala aqui, se o motor do estado da aplicação e, portanto, da API, não está sendo impulsionado por hypertext, Então não pode ser RESTful e não pode ser uma API REST, ponto final.
Estar sendo impulsionada por hypertext na crítica do Roy é a ausência de hypermedia as the engine of application state em muitas APIs que afirmam ser RESTful. Então, o HATEOS é um princípio fundamental de REST, exigindo que o cliente descubra dinamicamente ações e interações através de links de hypermedia incorporados nas respostas do servidor, Em vez de depender do conhecimento fora dessa. Existem provavelmente incontáveis projetos onde uma pequena mudança na estrutura da URI na URI de um servidor exigiu uma implantação coordenada e muitas vezes dolorosa.
Como estudar sem teatro
Nesta parte do material sobre desafio tecnico backend sem ia, o foco é «Como estudar sem teatro». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
O que o Roy, então, considera uma API RESTful lá em 2008? Ele falou, eu estou ficando frustrado com o número de pessoas que chamam qualquer interface baseada em HTTP de API REST. O Fielding descreve seis regras que você deve considerar antes de chamar sua API de API RESTful.
Então vamos lá, vamos ver as seis coisas e tu me diz aí se a tua API de fato é RESTful. Em geral, qualquer elemento de protocolo que usa URI para identificação deve permitir que qualquer esquema de URI seja usado para fins dessa identificação. Uma API REST não deve conter nenhuma alteração nos protocolos de comunicação, além de preencher ou corrigir os detalhes de partes subespecíficas de protocolo padrão, como os métodos patch do HTTP ou o campo de cabeçalho.
Sinais de que está funcionando
Nesta parte do material sobre desafio tecnico backend sem ia, o foco é «Sinais de que está funcionando». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
Uma API REST deve dedicar quase todo seu esforço descritivo à definição dos tipos de mídia usados para representar recursos e impulsionar o estado da aplicação. Eu acho que no fim o que ele tá querendo dizer com isso tudo, cara, é que, por exemplo, se tu usar um patch da vida, que seria basicamente algo parecido com o put, só que o. Então ele diz aqui ainda mais, uma API REST não deve definir nomes ou hierarquias de recursos fixos, um acoplamento óbvio entre client e servidor.
Então, nem tudo que tu tem na tua camada de domain, no teu client, tu precisa que a API te retorne com aquele mesmo nome. Esse é um trabalho que tu tem que fazer na hora de fazer o parse Daquela informação que a API tá te retornando Então eles tão dizendo, tipo assim Backend é backend A gente tem o nosso namespace E tu, client, vai, chama do que tu quiser Mas tu não precisa acoplar comigo Ele também diz aqui que uma API REST Ela nunca deve ter recursos tipados que sejam significativos para o cliente. Autores de especificações podem usar tipos de recursos para descrever a implementação do servidor por trás da interface, mas esse tipo devem ser irrelevantes e invisíveis para o cliente.
O que evitar na primeira semana
Nesta parte do material sobre desafio tecnico backend sem ia, o foco é «O que evitar na primeira semana». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
Os únicos tipos que são significativos para o cliente são o tipo de mídia da representação atual e os nomes de relação padronizados. Aqui ele está dizendo que não é inteiro ou string, mas eu acredito que seja usuário, produto. Digamos que tenha um endpoint lá, que é api-v1-users-id, onde tu passa o ID do usuário.
O que hoje em dia, se tu já usou, tipo, GraphQL novamente, o desacoplamento disso seria o client manda o esquema que ele quer ter de volta. Uma API REST deve ser acessada sem conhecimento prévio além da URI inicial, que é o marcador, e do conjunto de tipos de mídia padronizados que são apropriados para o público-alvo. Ou seja, espera-se que sejam compreendidos por qualquer cliente que possa usar a API.
Como explicar isso para o time
Nesta parte do material sobre desafio tecnico backend sem ia, o foco é «Como explicar isso para o time». Em vez de teoria genérica, o raciocínio parte do que acontece quando você executa de verdade.
Que o cliente não precise ter conhecimento prévio de todas as URLs de endpoints que ele precisa chamar para fazer a mudança de estado. Tipos de recursos, então o client saber que algo se chama user e por aí vai, e comece com o bookmark e siga sempre links. E porque se tu agora for pra pensar o client é o cliente, o client sempre tem razão e quando o client sempre tem razão o que acontece, ele influencia nas decisões do teu produto.
Qual que é o teu produto e qual que é a tua API. E aí a gente também pode falar de uma coisa que eu acho que é muito queridinha por todos nós, por alguns de nós, que é o RPC, cara. A diferença é que o REST Ele é mais centralizado em recursos Em métodos, em HTTP Padronizado, é GET, é POST É PUT, é DELETE Quem sabe tu faz um PATCH Não cara, dá um RPC Deixa eu invocar essa operação aí No teu recurso central É isso que eu quero Me dá um endpoint E eu tô feliz, não é mesmo?
Na prática
Próximo passo: escolha uma métrica (taxa de sucesso, tempo, retries ou conversão) e rode um experimento de 7 dias antes de escalar o padrão.