A armadilha silenciosa do programador veterano hoje
Por que o dev experiente que vira founder trava no ego técnico, não delega e precisa construir time e mente de líder.
Ideia central
Armadilha do programador veterano no SaaS: a lição do material de origem só paga se você transformar o insight em sistema — dono, métrica e ritual — em vez de acumular abas e intenção.
O que o material de origem realmente diz
Desafiador para a gente, não tem nada demais em fazer isso então um programador mais velho ele fica cansado de programar e resulta naquele cara murcho, olheira funda, cabelo grisalho, cansado cara novo, 50 anos já cansado, parecendo 70 anos da idade, então por isso que a gente tem que buscar outros desafios, como desenvolvedor a gente gosta de estudar Então a gente tem que direcionar essa nossa vontade de estudar para coisas que vão nos trazer dinheiro, como por exemplo, marketing, vendas, liderança, essas coisas.
Por que isso importa na operação
Eu sempre falo de SaaS, falo com otimismo sobre software como serviço, mas eu quero falar um pouco sobre o problema do programador veterano. A armadilha do programador experiente e como o programador que vai para o empreendedorismo corre um risco que eu acho que dá para evitar. Que teve sucesso a empreender, ele não necessariamente ficou rico, mas ele está bem devido, está ganhando dinheiro, tem uma empresa, tem uma entrada estável de dinheiro ali todo mês, construiu uma família, filhos cresceram, está tudo certo com a vida dele, alguns muito bem devido, ganhando bastante, mas tem um segundo perfil que é o programador escravo da profissão.
Na prática
Regra: se não há output auditável ligado a «armadilha programador veterano», ainda é consumo — não sistema.
Como estruturar o método
Meu nome é Davidson, esse é o Vivendo de SaaS, e hoje eu quero falar sobre um assunto diferente. Tudo que o cliente pede, porque ele não pode cedar o luxo de perder um único cliente, porque ele está no limite, ele não está ganhando tão pouquinho assim, não é como se ele estivesse ganhando um pouquinho de dinheiro ali, num trabalho simples, num salário mínimo, ele ganha um pouquinho a mais, mas ele sempre tem aquele pensamento de que logo ele vai conseguir vender mais, que algo vai acontecer que vai liberar ele, mas isso vai passando os anos.
Erros que drenam o resultado
Não quero delegar, são apegados demais ao próprio código fonte, como que eu vou delegar, como é que eu vou dar acesso ao meu precioso código fonte, que só eu sei fazer, que só eu sei manter, que de repente o cara pode copiar, roubar e abrir outra empresa, eles têm aquele apego, vocês sabem que tem gente que tem medo de falar a própria ideia, não é nem o código fonte, a ideia, eles estão com uma ideia na cabeça.
Aplicação em uma semana
Tu não vai ter medo de dizer não, se existe um fluxo de leads entrando, tu não vai ter medo de dizer não, tu vai conseguir se libertar da necessidade de personalização de software, vai ser libertado o fim do medo, tu não vai ter mais medo de dizer não para alguns clientes, porque tu vai ter uma base robusta de clientes que te pagam mensalmente e se tu perder alguns clientes, não vai ser o fim do mundo.
Atenção
Não otimize ferramenta antes de ter hipótese e métrica. Stack nova sem critério só acelera o erro.
Sinais de que está funcionando
Fim de vida, fim de vida profissional lá, triste, ganhando pouco, estressado, carregando o mundo nas costas sozinho, sem poder ficar doente, tu resolve isso aprendendo sobre marketing, sobre processos de venda, sobre liderança. E é esse programador aqui, o escravo da profissão, o cara que foi empreender, colocou todas as fichas em empreender e lá, ele escravo da profissão.
Da profissão, o programador escravo da profissão é como se ele estivesse sempre num plantão eterno, aquele médico que está num plantão eterno e não tem substituto. Eu, como programador, sei lá, eu não saberia fazer um banco de dados relacional, não saberia fazer de verdade um jogo 3D sem usar biblioteca, ? Eu converso muito com programadores, na verdade com empreendedores, e a maioria desses empreendedores acabam sendo desenvolvedores, porque eu falo sobre software como serviço.
Mas, ao mesmo tempo, eu percebo que esses programadores, eles têm essa teimosia de, cara, eu não vou contratar ninguém, não vou contratar... Eu acho que muito dos problemas que acontecem com esse programador que está escravo da profissão, é por causa de mentalidade. Porque eu vejo assim, o programador em geral, e eu sei porque eu sou um também, são pessoas bem teimosas.
Só que eu comecei a perceber com o tempo que eu não sou bom em tudo, tem várias coisas que eu não sei fazer, ou tem várias coisas que as pessoas fazem muito melhor do que eu, e que basta eu delegar que essas pessoas vão fazer melhor do que eu, anos-luz melhor do que eu. Porque, inclusive, na vida de programador, eu acho que programação é meio que vida de atleta.
A gente tem também que criar uma mente de líder e não de programador. Eu não estou dizendo que um programador mais velho não tenha capacidade para fazer. Tu não tem esse medo de se tornar esse programador escravo da própria empresa? Se tu está dependendo muito de cliente e tu tem medo de dizer não para o cliente porque tu vai perder, imagina se tu aprender sobre processos de marketing e vendas e tu tem um caminhão de leads entrando a todo momento ali para te conversar com novos clientes todo dia.
E justamente porque estudaram muito, porque elas têm uma capacidade maior do que a maioria das pessoas na sua volta ali, pelo nível de estudo, elas não acreditam que tem outras pessoas que sabem mais que elas ou outras pessoas que têm capacidade de fazer coisas diferentes delas. Eu acabo conversando muito com essas pessoas, elas se identificam comigo, eu falo sobre tecnologias mais antigas, falam sobre tecnologias que eu programei no passado, Clipper, Delphi e outras linguagens de programação PHP e eu acabo chamando esse público também.
Perguntas frequentes
Por que «Por que isso importa na operação» importa agora em A armadilha silenciosa do programador veterano hoje?
Do texto: Eu sempre falo de SaaS, falo com otimismo sobre software como serviço, mas eu quero falar um pouco sobre o problema do programador veterano. A armadilha do programador experiente e como o programador que vai para o empreendedorismo corre um risco que eu acho.
Como isolar «Como estruturar o método» sem montar um plano de 30 dias?
Meu nome é Davidson, esse é o Vivendo de SaaS, e hoje eu quero falar sobre um assunto diferente. Tudo que o cliente pede, porque ele não pode cedar o luxo de perder um único cliente, porque ele está no limite, ele não está ganhando tão pouquinho assim, não é. Em «Como estruturar o método», trate como experimento com dono e prazo — não como lista de intenções.
Qual restrição «Erros que drenam o resultado» deixa explícita?
Comece pelo mecanismo: Não quero delegar, são apegados demais ao próprio código fonte, como que eu vou delegar, como é que eu vou dar acesso ao meu precioso código fonte, que só eu sei fazer, que só eu sei manter, que de repente o cara pode copiar, roubar e abrir outra empresa, eles.
O que falha se você pular «Aplicação em uma semana»?
Critério do material: Tu não vai ter medo de dizer não, se existe um fluxo de leads entrando, tu não vai ter medo de dizer não, tu vai conseguir se libertar da necessidade de personalização de software, vai ser libertado o fim do medo, tu não vai ter mais medo de dizer não para. Se precisar de segundo sinal: Não otimize ferramenta antes de ter hipótese e métrica. Stack nova sem critério só acelera o erro.